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Digital Risk Summit São Paulo 2026: o que esperar do evento

Digital Risk Summit São Paulo 2026: 13 a 15/10, no Vila Olímpia. Veja as sessões sobre fraude, IA e risco para plataformas e fintechs.

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Digital Risk Summit São Paulo 2026: o que esperar do evento

O Digital Risk Summit São Paulo 2026 acontece de 13 a 15 de outubro, no Grand Mercure Vila Olímpia, e reúne líderes de risco, Trust & Safety, prevenção à fraude e compliance de marketplaces, fintechs e bancos digitais. Segundo a Marketplace Risk, organizadora, a edição prevê mais de 600 participantes e mais de 80 palestrantes. A Zarv acompanha o evento como participante.

Quando e onde acontece o Digital Risk Summit São Paulo 2026?

O DRSAO26 acontece de terça, 13, a quinta, 15 de outubro de 2026, no Grand Mercure São Paulo Vila Olímpia, na R. Olímpiadas, 205. A programação abre com uma recepção de boas-vindas na terça, das 19h às 21h. As sessões ocupam quarta, das 9h30 às 17h, e quinta, das 9h30 às 16h.

O evento é presencial, sem transmissão ao vivo, e as sessões acontecem em português e inglês, com tradução simultânea. A página oficial de inscrição lista o ingresso Platform / Operator (marketplaces, fintechs, bancos e plataformas digitais) a R$ 770 e o Solution Provider (fornecedores de soluções) a R$ 2.320. Não há reembolso, e quem comprar o tipo errado paga a diferença na entrada.

O que o setor vai debater no DRSAO26?

A organização define o foco como risco digital: Trust & Safety, compliance, prevenção à fraude e regulação em plataformas digitais, incluindo marketplaces, fintechs e negócios baseados em plataformas. O evento é apresentado pela G2 Risk Solutions e pela Incognia, e as páginas oficiais prometem casos reais de empresas que crescem na América Latina sem perder o controle do risco. O site também cita regulação brasileira e latino-americana, como LGPD, PLD e KYC, além de tendências em IA, finanças embarcadas, super apps e RegTech.

Dois temas se repetem na programação divulgada: a fraude acelerada por inteligência artificial e a necessidade de enxergar redes, e não apenas indivíduos. Para quem decide política de verificação de identidade e aprovação de clientes, são as duas conversas mais próximas do dia a dia.

Quais sessões acompanhar se você decide fraude e risco?

A agenda publicada no site oficial mostra, até agora, estas sessões de quarta-feira, 14 de outubro. A grade pode mudar, e a página tem mais sessões que não estavam visíveis na consulta, então confirme na agenda oficial. O Program Book do evento também está disponível para download.

  1. 9h30 às 10h15, Incognia Room: keynote "Fraude na Era da IA: Novos Riscos, Novas Estratégias", com Felipe Rendeiro, da Visa. Trata dos vetores de ataque impulsionados por IA e de como proteger o negócio sem bloquear clientes legítimos.
  2. 10h30 às 11h15, Incognia Room: "Fraude em Rede: Enxergando Além do Indivíduo para Detectar Conluio", com Helen Branco e Ana Fiorentini, do iFood, e Nathalia Fernandes, da Incognia. Um estudo de caso sobre como a visão relacional revela padrões coordenados que a análise isolada não vê.
  3. 10h30 às 11h15, Avalara Room: "O Crescimento mais Acelerado do que seu Controle de Risco", com Hugo Fonseca, da G2 Risk Solutions, e Gustavo Justi, do Grupo Casas Bahia. A sessão discute sellers aprovados no onboarding acelerado que nunca chegam a ser monitorados.

A quarta termina com uma recepção de networking, das 17h às 19h, e o café da manhã de credenciamento, das 8h às 9h30, também vale como momento de conversa.

Quem já faz parte da conversa no DRSAO?

A página do evento cita empresas como Mercado Livre, iFood, Nubank, Itaú Unibanco, Visa, Santander, PicPay, Localiza e 99 entre as que já participaram da conversa. Quem esteve na edição anterior destaca o formato. André Ferraz, cofundador e CEO da Incognia, descreveu o encontro como "um grande marco para o ecossistema digital da região" (tradução livre), por reunir líderes de fraude de plataformas digitais e instituições financeiras. Paulo Deus, fundador da Bluwall, apontou o evento como o primeiro local a dar a Trust & Safety a atenção que o tema merece.

Por que fraude em rede e monitoramento entram na pauta?

Porque as duas sessões descrevem o mesmo ponto cego. A organização do evento afirma que a América Latina é a região mais afetada por fraude no e-commerce do mundo, e que as plataformas que mais crescem são as que mais correm o risco de não perceber o problema. Um onboarding rápido aprova muita gente. Se ninguém acompanha o que acontece depois, a exposição aparece meses mais tarde, geralmente primeiro no financeiro, em chargebacks que não fazem sentido.

A lição vale além de marketplaces. Contas legítimas quando olhadas uma a uma podem contar outra história quando conectadas entre si, e é por isso que a fraude organizada costuma escapar de regras que avaliam cada cadastro isoladamente. Já tratamos o mecanismo em como o estelionatário passa na análise de crédito e em por que identidade e antifraude precisam ser uma etapa só.

Três perguntas para levar às sessões

Quem vai ao evento pode testar a própria operação contra três perguntas simples.

Você olha a conta ou a rede em volta dela?

Um cadastro limpo isolado pode fazer parte de um grupo coordenado. Vale perguntar se a análise de hoje consegue enxergar vínculos entre dispositivos, estabelecimentos e contas, ou se cada decisão é tomada sozinha.

Quem foi aprovado e nunca mais foi olhado?

O gap entre o onboarding e o monitoramento é onde mora o risco que cresce sem aviso. A pergunta é quantos clientes ou sellers aprovados no último ano tiveram o comportamento revisado desde então.

Sua defesa contra IA bloqueia fraudador ou também cliente bom?

Proteger o negócio sem travar a experiência é o equilíbrio que a keynote promete abordar. Medir a taxa de aprovação por perfil mostra se a régua protege ou só reduz volume.

Onde a Zarv entra

Na jornada da Zarv, a decisão de aprovar um cliente é a etapa de verificação, e o Zarv ID entrega essa decisão já traduzida em risco, para instituições financeiras e demais operações que precisam aprovar rápido sem aprovar errado. O risco não termina no cadastro: o Zarv Signal acompanha o comportamento durante o contrato, na etapa de monitoramento.

Perguntas frequentes

Quando acontece o Digital Risk Summit São Paulo 2026?

O evento acontece de 13 a 15 de outubro de 2026, no Grand Mercure Vila Olímpia, em São Paulo. A recepção de boas-vindas é na terça, 13, das 19h às 21h, e as sessões ocupam a quarta, 14, e a quinta, 15. Os horários exatos de cada sessão estão na agenda oficial, que pode mudar.

Quem organiza o Digital Risk Summit São Paulo?

O DRSAO26 é organizado pela Marketplace Risk, série global de conferências sobre risco, Trust & Safety e compliance em plataformas digitais, com apresentação da G2 Risk Solutions e da Incognia. A edição de São Paulo reúne marketplaces, fintechs, bancos digitais, carteiras digitais e super apps, além de fornecedores de soluções.

O evento tem transmissão online ou tradução?

Não há opção virtual nem transmissão ao vivo: o evento é presencial. As sessões acontecem em português e em inglês, e a organização informa que haverá tradução simultânea para todos os participantes. Quem se inscreve também recebe acesso ao aplicativo da comunidade, com agenda, networking e marcação de reuniões.

Quanto custa o ingresso e qual escolher?

A página oficial lista o ingresso Platform / Operator por R$ 770 e o Solution Provider por R$ 2.320. A escolha depende do empregador: quem opera marketplace, fintech ou plataforma digital compra o primeiro, e quem vende produtos ou serviços para esse mercado compra o segundo. A inscrição no local existe, mas custa bem mais.

Como proteger uma plataforma que cresce mais rápido que o controle de risco?

Comece separando duas decisões: quem entra e o que acontece depois da entrada. Uma boa verificação inicial reduz a fraude na origem, e o monitoramento contínuo pega o que muda ao longo do tempo. Operar só a primeira deixa o risco sem acompanhamento, e é nessa lacuna que a fraude organizada costuma crescer.

Conclusão

O Digital Risk Summit São Paulo 2026 coloca na mesma sala quem aprova clientes, quem monitora plataformas e quem investiga fraude. Para quem decide risco na América Latina, vale levar da agenda uma pergunta prática: o que a sua operação enxerga depois que o cadastro é aprovado?


Fontes: Marketplace Risk, Digital Risk Summit São Paulo 2026 (DRSAO26): página do evento, inscrição, agenda, patrocinadores e depoimentos em marketplacerisk.com (consultadas em outubro de 2026).

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