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Reconhecimento facial

Também conhecido como: Biometria facial · Validação facial

Tecnologia que compara as características de um rosto com uma ou mais imagens de referência para confirmar ou descobrir a identidade de uma pessoa.

Base legal

LGPD (Lei 13.709/2018), arts. 5º, II, e 11

Há dois usos diferentes sob o mesmo nome. Na verificação (1:1), o sistema confirma se o rosto de quem está diante da câmera é o mesmo da foto de um documento ou de uma base oficial — é o que acontece no gov.br, no INSS e na abertura de conta. Na identificação (1:N), o sistema procura um rosto em uma base inteira para descobrir quem é.

Comparar rostos não basta: sem prova de vida, uma foto impressa, uma tela ou um vídeo manipulado passam na comparação. Por isso a biometria facial séria vem sempre acompanhada de detecção de vivacidade.

Para a LGPD, o dado biométrico é dado pessoal sensível. Seu tratamento exige base legal específica — como consentimento ou prevenção à fraude e segurança do titular em processos de identificação e autenticação — e cuidado redobrado com armazenamento e finalidade.

Perguntas frequentes

Como funciona o reconhecimento facial?

O sistema extrai medidas do rosto, como distâncias e proporções entre olhos, nariz e boca, gera uma representação matemática e a compara com a de uma imagem de referência. Se a semelhança passa de um limiar, a identidade é confirmada.

Por que o reconhecimento facial do gov.br ou do INSS não funciona?

As causas mais comuns são iluminação ruim, câmera de baixa qualidade, rosto parcialmente coberto ou uma foto de referência antiga na base oficial. Luz frontal, rosto centralizado e sem acessórios costumam resolver.

Fontes

Termos relacionados

Veja na prática

Veja o risco antes que ele custe.

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