Seleção adversa
O efeito de atrair desproporcionalmente os piores riscos porque o preço oferecido é bom demais para eles e ruim demais para os bons.
Redução de até 31% na seleção adversa quando o comportamento entra na cotação.
Quando você precifica com poucas variáveis — valor do bem, idade, CEP — todo mundo dentro da mesma faixa paga igual. Para quem tem risco baixo, esse preço é caro, e ele vai embora. Para quem tem risco alto, é barato, e ele fica. A carteira piora sozinha, sem que nada visível tenha mudado.
O problema não é falta de dado, é falta de discriminação entre perfis que parecem idênticos na ficha. Dois motoristas com o mesmo carro, a mesma idade e o mesmo CEP podem ter comportamentos de risco opostos, e nada na proposta revela isso.
Trazer sinal comportamental para o momento da cotação separa os dois antes da emissão. Nos casos medidos pela Zarv, isso reduziu a seleção adversa em até 31% — não por recusar mais gente, mas por cobrar de cada um o preço que corresponde ao risco real.