Reponderação
Também conhecido como: Pós-estratificação · Pesos amostrais · Ponderação inversa · Inverse probability weighting · Reponderação da amostra
Ajustar uma amostra de volta às proporções da população quando os grupos foram sorteados em proporção artificial, para que frequências e lift estimados reflitam a realidade.
Base legal
Wikipedia — Inverse probability weighting
Num teste, é comum sortear mais casos com ocorrência do que eles realmente representam — senão o grupo de risco fica pequeno demais para medir. Isso cria uma amostra com proporção artificial de ocorrências: boa para estimar o poder do score, mas enganosa para estimar frequências, porque na amostra há muito mais ocorrência do que na carteira.
A reponderação corrige isso devolvendo a cada grupo o peso que ele tem na população real — os totais da base elegível. Com os pesos certos, lift e frequências passam a refletir a carteira, não a amostra. É a mesma ideia da pós-estratificação e da ponderação por inverso da probabilidade em pesquisas. O Gini, por ser ordenação pura, não depende dela.
Perguntas frequentes
Por que reponderar a amostra de um teste?
Porque amostras de teste costumam ter proporção artificial de ocorrências (sobreamostragem do grupo de risco). A reponderação devolve a cada grupo o peso que tem na população real, para que frequências e lift estimados reflitam a carteira, e não a amostra.